sexta-feira, 30 de novembro de 2012

NATIONAL GEOGRAPHIC PHOTO CONTEST 2012

O National Geographic Photo Contest 2012 termina hoje (30 de novembro). Abaixo uma das fotos enviadas pelos participantes.


Veja as 33 imagens selecionadas pelo The Big Picture aqui.

Técnica de pesca no Sri Lanka.

PALESTINA AGORA É UM ESTADO OBSERVADOR NÃO-MEMBRO

Israel, EUA e Canadá (e mais outros 6 países de menor expressão) opuseram-se à aceitação da Palestina como Estado observador não-membro (condição idêntica a do Vaticano). A Liga Anti-Difamação, o organização americana pró-Israel, classificou os países europeus que apoiaram o novo status da Palestina como covardes. A covardia, me parece, foi demonstrada pelos nove países que votaram contra. 

Jones F. Mendonça

terça-feira, 27 de novembro de 2012

O HEBRAICO E OS PICTOGRAMAS

No princípio eram os pictogramas, desenhos estilizados que representavam objetos ou seres. Mas escrever com pictogramas era uma atividade complicada e pouco prática. Movido pelo desejo de facilitar a nobre arte de escrever um sujeito iluminado teve a ideia de criar o sistema silábico. Os antigos símbolos gráficos passaram a representar sons e não mais ideias. E os pictogramas se fizeram sílabas e passaram a habitar entre nós. 

No site mantido por Jeff A. Benner você poderá conhecer a origem de algumas palavras hebraicas a partir de antigos ideogramas. A palava "pai", por exemplo, seria a junção do ideograma "cabeça de boi" (força) com o ideograma que representa uma casa. O resultado: pai = a força da casa (as mulheres não gostarão muito disso). Confesso que algumas das explicações não me convenceram, mas no geral elas fazem muito sentido. Divirta-se!


Imagens: http://www.ancient-hebrew.org. 

Jones F. Mendonça

domingo, 25 de novembro de 2012

A OMISSÃO DO VERBO “SER/ESTAR” NO HEBRAICO E A REVELAÇÃO DE YAHWEH A MOISÉS EM EX 3,14

Uma das características do hebraico bíblico é a omissão do verbo ser/estar (fenômeno semelhante ocorre no russo e no árabe). Cabe ao tradutor inseri-lo. Veja Ez 27,3 (trecho em hebraico):


O mesmo ocorre no aramaico bíblico. Veja Esd 5,14 (trecho em aramaico):


Há quem veja ligação entre a omissão do verbo e a revelação de Yahweh a Moisés em Ex 3,14: “E disse Deus a Moisés: Eu sou o que sou” (ou serei o que serei). Veja:

Ex 3,14 E disse Elohim (Deus) a Moisés:   SOU O QUE SOU.



Argumenta-se que o verbo é ocultado no hebraico para que nenhuma criatura se declare “Eu sou”, como fez Yahweh em Ex 3,14. Será?


Observe que em 1Sm 23,17 o mesmo verbo aparece (também na 1ª pessoa do singular no imperfeito do QAL). Quem fala não é Yahweh, mas Jônatas:

1 Sm 23,17  e tu reinarás sobre Israel, e eu serei contigo...


Mesmo que você não conheça o hebraico perceberá que o verbo (em vermelho) é o mesmo de Ex 3,14. Tal teoria, como se vê, não se sustenta.



Jones F. Mendonça

quinta-feira, 22 de novembro de 2012

RASCUNHOS ESCATOLÓGICOS: A ARTE DE COSTURAR SONHOS


São Miguel, Ercole de Roberti
1470-73, Museu do Louvre
A escatologia, estudo das últimas coisas (ou das coisas últimas, como queiram), é um dos temas mais controversos do cristianismo. Nas teologias sistemáticas é aquela salada: Isaías + Ezequiel + Daniel + Jl + Zc + Dn +Mt + 2Ts + cartas joaninas + Apocalipse = mapa detalhado do fim dos tempos. Os alfaiates são os teólogos, que cheios de criatividade costuram com muitos ajustes e remendos o destino da humanidade.

No Antigo Testamento as formulações escatológicas fluem como o rio de Heráclito. Inicialmente a era de ouro é apresentada como um governo davídico redivivo (como Is 9,1-6; 11,1-10; 16,5; Jr 23,5s.; 33,5s.). É o futuro à luz do passado. Não há céu nem inferno, só o Sheol, mundo de sombras, onde não há conhecimento nem sabedoria. No Egito já se falava em ressurreição, como atestam textos da XVIIIª Dinastia (1550-1307). Em Israel pregavam-se apenas recompensas terrenas. Ainda não havia surgido remédio para a morte.

Num segundo estágio (ou terceiro, como se verá adiante) surge a ideia de um governo divino sobre um povo restaurado. É o próprio Yahweh quem intervém no mundo. No chamado “grande apocalipse de Isaías” (Is 24-27, texto que deve ser datado para um período que vai do século VI ao IV e que não deve atribuído ao proto-Isaías), consta que Yahweh vai “arrasar e devastar a terra”, punindo todos os que “desobedecem aos seus decretos”. Sinais nos céus anunciarão este dia, no qual Yahweh “destruirá a morte” e “enxugará toda a lágrima”. A ira de Yahweh, executada por meio de sua “espada severa”, castigará o Leviatã, a “serpente veloz” (uma variante lingüística para Lotan, um dragão derrotado por Baal na mitologia de Ugarit) e Israel, finalmente, será um só povo. Surge o antídoto para a morte (vida eterna na terra e ressurreição dos mortos), mas ainda não se fala em céu (recompensa num mundo supraterreno), nem em inferno (punição eterna).

É curioso notar que no Trito-Isaías (Is 65-66), aparentemente escrito numa época mais recente, não aparece a crença na vida eterna na terra, mas a esperança de que o povo de Yahweh terá “vida longa como a árvore” (ver Is 65,20-22). Tampouco se fala em ressurreição dos mortos. Ao que parece, se considerarmos a ideia da ressurreição uma inovação dos teólogos israelitas do período exílico ou persa, Is 65-66 possui uma redação mais antiga que Is 24-27. Talvez seja necessário inserir o pequeno apocalipse de Isaías entre o primeiro e o segundo estágio. Caso consideremos até aqui uma evolução em três estágios, as idéias escatológicas fluem da seguinte forma:
1) Primeiro estágio: Messias da dinastia davídica (Proto-Isaías);

2) Segundo estágio: É o próprio Yahweh quem restaura Israel (Trito-Isaías – Is 65-66);

3) e o terceiro estágio: Ressurreição dos mortos e a vida eterna (Grande apocalipse de Isaías – Is 24-27). 
No último estágio, bem representado pelo livro de Daniel (que deve ser situado na época do levante macabeu e não no século VI), aparecem algumas inovações: fala-se de uma ressurreição para a “vida eterna” e outra para a “vergonha eterna” (Dn 12,2). A intervenção divina se dará pela ação de um “rei guerreiro” (Dn 11,3). Vale notar a designação dada a Yahweh como “Deus do céu”, presente em livros pós-exílicos como Esd, Ne, Jt e Tb. Yahweh ultrapassa sua limitação à religião judaico-israelita e se torna o Deus universal. Não é sem razão que este último estágio tem sido chamado de “estágio transcendental”. O embate entre Miguel, o “cabeça dos primeiros” e seu oponente, o “cabeça do reino da Pérsia”, anuncia o dualismo que vai marcar toda a teologia do Novo Testamento.

Em breve espero publicar algo sobre a escatologia nos livros apócrifos.


Jones F. Mendonça

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

GAZA

A coisa não é tão simples como sugere a animação, mas há muitas verdades nela. 


quinta-feira, 15 de novembro de 2012

DEUS, O SANTO, A CÉDULA E O IDIOTA

O sujeito vai a um hospital público. No saguão principal ele se depara com uma imagem de São Francisco de Assis. “Mas o Estado não é laico”, ele diz. Reclama com o diretor do hospital. Faz denúncia ao Ministério Público. Organiza passeatas pelas principais avenidas do país. A imagem é finalmente retirada do hospital. Apesar de ser cristão, o sujeito não é católico. O argumento para a retirada da imagem: instituições públicas não devem expor símbolos religiosos.

A Casa da Moeda do Brasil imprime em suas cédulas a frase: “Deus seja louvado”. Um grupo de ateus fica indignado. “O Estado brasileiro é laico”, bradam. O Ministério Público registra a denúncia.  O assunto vira polêmica. No Facebook não se fala em outra coisa. O mesmo sujeito que pediu a retirada da imagem de Francisco de Assis diz que o Ministério Público não tem mais o que inventar (ou fazer). Anuncia, aos berros, que os ateus são intolerantes. O argumento dos ateus para a retirada do texto presente nas cédulas: instituições públicas não devem expor símbolos religiosos (o mesmo argumento do sujeito do hospital!).

Você entende? 

A BUSCA PELO PAULO HISTÓRICO

São Paulo, de Andrea Di Bartolo
Um leitor atento nota que o autor da Primeira Epístola aos Tessalonicenses (há relativo consenso que se trata de Paulo de Tarso) parece crer que a volta de Cristo está tão próxima que ele e os crentes de Tessalônica terão o privilégio de presenciar esse evento:
1Ts 4,15 Ora, ainda vos declaramos, por palavra do Senhor, isto: nós, os vivos, os que ficarmos até à vinda do Senhor, de modo algum precederemos os que dormem.
Já na segunda carta o clima é de cautela:

2Ts 1,1-2 a que não vos demovais da vossa mente, com facilidade, nem vos perturbeis, quer por espírito, quer por palavra, quer por epístola, como se procedesse de nós, supondo tenha chegado o Dia do Senhor.

No terceiro capítulo o autor (trata-se do mesmo autor da primeira epístola?) chega a chamar a atenção daqueles que não querem mais trabalhar (há motivos para trabalhar se a parousia é iminente?). Este é apenas um dos motivos que levaram alguns estudiosos a duvidar da autoria paulina para algumas cartas tradicionalmente atribuídas a ele.

Aqueles que se interessam pelo tema talvez queiram ler o artigo “The Quest for the Historical Paul" (A busca pelo Paulo histórico), escrito pelo Dr. James Tabor, presidente do Departamento de Estudos Religiosos da Universidade da Carolina do Norte em Charlotte, onde ele é professor de origens cristãs e judaísmo antigo.

Leia aqui

Visite o site de James Tabor aqui


Jones F. Mendonça

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

ABBAS VAI À ONU: POR UMA PALESTINA LIVRE

No dia 29 de novembro (aniversário do Plano de Partilha de 1947) o presidente palestino Mahmoud Abbas apresentará na ONU proposta para inclusão da Palestina como Estado não membro. Temendo a aprovação da proposta o governo israelense tem feito inúmeros esforços com o propósito de impedir que Abbas tenha êxito em sua missão (acabo de ler no Haaretz que Israel ameaça romper acordos de Oslo caso a proposta seja aceita). A aceitação da Palestina como Estado não membro poderá ser um passo importante para que também seja aceita como membro do Tribunal Penal Internacional (TPI - criado em 2002) e leve líderes israelenses a serem julgados por crime de guerra.

Mesmo não sendo membro do TPI (ao lado de países importantes como EUA, Rússia, China, Irã e Coreia do Norte), Israel teme processos contra altos funcionários israelenses, provocando várias sanções econômicas prejudiciais ao Estado Judeu, tais como a proibição de importações provenientes dos assentamentos israelenses em território palestino.

O governo de Israel alega que a campanha na ONU viola um dos marcos fundamentais dos pactos de Oslo, que consiste na busca por uma solução através do diálogo entre as partes. A iniciativa de Abbas é vista pelo governo israelense como uma tentativa de encontrar um atalho a fim de pular uma etapa importante no processo de paz: as negociações. A liderança palestina, por outro lado, acusa Israel de continuar com os assentamentos em território palestino e de submeter o povo a humilhações e atos de violência extrema. O que me parece claro é que a desvantagem econômica, política e militar dos palestinos os colocam numa situação que inviabiliza as negociações. Uma negociação justa requer certa igualdade entre as partes, o que nem de longe condiz com a realidade.

O não reconhecimento da Palestina como Estado deixa a população sem a proteção das instâncias internacionais, daí a importância da proposta para os palestinos que sofrem diariamente com violações dos direitos humanos em ações desenvolvidas pelo governo de Israel.

Uma vitória na ONU pode representar um importante passo para a paz. Mas é preciso ser realista. O 29 de novembro próximo poderá ser lembrado como o dia em que Abbas deu um tiro no seu próprio pé. Torço, ao lado da população palestina, para que isso não aconteça.


Jones F. Mendonça

domingo, 11 de novembro de 2012

LIVROS

Aprecie aqui (Iran Cartoon) esta bem humorada exposição que tem como tema os livros, nossos "mestres mudos". É, mas eles também podem se tornar "manipuladores mudos", por isso a leitura deve ser sempre crítica. 



Jones F. Mendonça

MATERIAL PARA DOWNLOAD NO "OBSERVATÓRIO BÍBLICO"

O prof. Aírton José da Silva, mestre em teologia bíblica e professor de Bíblia hebraica e Antigo Testamento na CEARP, está disponibilizando em seu site (airtonjo.com) dois excelentes materiais para download: "curso noções de hebraico bíblico" e "aprenda a ler o Antigo Testamento com o Cássio" (referência ao autor do texto: Cassio Murilo dias da Silva). 

Faça o download aqui (hebraico) e aqui (A.T.). 

Notei que a maior parte dos livros da bibliografia básica citada por Cassio Murilo Dias da Silva em seu curso coincide com o material que uso na preparação de minhas aulas. Fica a recomendação:

Livros impressos:
CARMODY, Timothy R. Como ler a Bíblia. Guia para estudo. São Paulo, Loyola 2008.
CHARPENTIER, Étienne. Para ler o Antigo Testamento. São Paulo, Paulus 1986 (Entender a Bíblia).
HARRINGTON, Wilfrid J. Chave para a Bíblia. São Paulo, Paulus 1997
SILVA, Cássio Murilo Dias da. Leia a Bíblia como literatura. São Paulo, Loyola 2007. (Ferramentas bíblicas)

Arqueologia em DVD:

sexta-feira, 9 de novembro de 2012

APOLOGIA


Acabo de examinar “Septuaginta: guia histórico e literário”, de Esequias Soares (Hagnos, 2009, 110 páginas). Quando vi que se tratava de uma obra publicada por uma editora evangélica torci o nariz (é, eu confesso). Mas eis que uma “voz interior” me disse: “Jones, não seja preconceituoso, examine o livro antes de julgá-lo". Mas já na introdução encontrei isto:
...as evidencias indicam que na époa de Jesus o Cânon estava definido. O que aconteceu antes não invalidará o valor nem a autoridade das Escrituras Hebraicas e não comprometerá a sua inspiração divina (p. 13).
[...]
As descobertas do mar Morto são a confirmação de que os tradutores da LXX não inventaram nada, tudo o que esta no texto grego estava nos substratos hebraicos usados como base na época da tradução (p. 14).
Corri meus olhos pelas páginas do livro e cheguei à conclusão:
Os massoretas jamais ousaram modificar uma palavra das Escrituras, pois o cânon já estava fixado, o que e diferente dos sopherim encarregados de padronizar e revisar textos (p. 81).
Nas primeiras páginas: apologia, apologia e apologia. Na conclusão: apologia, apologia e mais apologia. Uma canseira.

A saída? Recorrer às editoras católicas e luteranas.


Jones F. Mendonça

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

GEOGRAFIA BÍBLICA [MAPAS]

No mapa de hoje: Monte Hermon, Tiro, Cafarnaum, Monte Arbel (monte das Beatitudes?), Carmelo e Mar da Galileia (resolução aproximada: 1400 x 1050). 



segunda-feira, 5 de novembro de 2012

ECCLESIA REFORMATA SEMPER REFORMANDA EST?

Lutero em seu leito de morte, de
Lucas Cranach - 1546
Ainda que a Reforma tenha ocorrido do século XVI é preciso ter em mente o cenário que começava a se formar no século XII: decadência do sistema feudal, nascimento da burguesia, medo do inferno por parte dos fiéis que começavam a duvidar da eficácia dos sacramentos em face da decadência moral do clero, soteriologia confusa, surgimento das ordens mendicantes (fiéis à Igreja) e disseminação de grupos dissidentes, como cátaros e valdenses (hostis ao papado). Como resposta a esse último grupo surgiram as Cruzadas e a Santa Inquisição. A unidade da Igreja estava ameaçada e a resposta foi rápida e violenta.

Nos séculos seguintes novos ingredientes foram dando corpo à Reforma: O Renascimento italiano, o humanismo, a pregação de reformistas como John Wycliff (Inglaterra) e Jan Hus (Boêmia), a queda do Império Bizantino (antigos manuscritos gregos chegavam à Europa vindos de Bizâncio), as Grandes Navegações (intensificação do comércio marítimo e enriquecimento da classe burguesa), a invenção da imprensa por Gutemberg, a forte rejeição que os burgueses tinham pela intromissão da Igreja em seus negócios e o desejo dos nobres em expandir suas terras (apropriando-se das terras da Igreja).

No dia 31 de outubro de 1517 Lutero publicou 95 Teses contra as indulgências (indulgência = substituição da penitência pública por um pagamento em dinheiro). Os príncipes alemães viram o documento como uma excelente oportunidade para romper com o Papa (daí a proteção que Lutero recebeu de Frederico da Saxônia). A nova classe social que florescia, a burguesia, queria liberdade para enriquecer sem as barreiras morais impostas pela Igreja. Fiéis piedosos buscavam uma espiritualidade que estivesse mais de acordo com a que eles enxergavam nas linhas do Novo Testamento. A Reforma explodiu e abalou a Europa. O antigo Sacro Império Romano Germânico foi dividido em Estados protestantes e católicos.  Sem uma liderança única a nova igreja foi se fragmentando cada vez mais: luteranos, calvinistas, anabatistas, anglicanos...

Hoje muitos protestantes querem apresentar a Reforma apenas como um movimento religioso que colocou o cristianismo nos antigos trilhos.  Católicos insistem em destacar os defeitos de Lutero e os efeitos negativos desencadeados pela Reforma. Historiadores acentuam aspectos políticos, como o apoio dos príncipes, sem o qual a Reforma não teria êxito.  A Reforma é produto de diversos fatores. É um erro reduzi-la a mero fenômeno político. Tentar compreender o movimento apenas pelo viés religioso é também um equívoco.

Há boas razões para comemorar a Reforma. Mas é lamentável perceber que antigo lema protestante: “Ecclesia reformata semper reformanda est” converteu-se apenas numa frase latina elegante sem qualquer substância. 


Jones F. Mendonça

sexta-feira, 2 de novembro de 2012

MAPS-FOR-FREE NO GOOGLE EARTH

Acabei de descobrir que os belíssimos mapas do Maps-For-Free (em relevo, conforme a figura) agora estão disponíveis no Google Earth. Para fazer uso deste recurso basta baixar um arquivo disponível  aqui. Abra o Google Earth a partir do arquivo (clicando nele) e aproveite. 



Jones F. Mendonça