quarta-feira, 26 de outubro de 2016

ENTORPECIDA

Insânia sustentava sua existência nos finos fios da fantasia.
Tudo o que sonhava era tudo o que queria.
Tudo o que queria (Ah, como queria...), era tudo o não existia.
Vivia no mundo concreto.
Bailava entorpecida no salão da imaginação.



Jones F. Mendonça