Minha graça miúda está quieta, incólume, envolta num manto amor. Então surgem, como águias que furtam um cordeiro na relva, garras alvas que sem dó, a conduzem a um mundo povoado de vultos [sombrios. Fios de aço rompem seu último laço com o antigo lar. Mãos fortes a atingem de súbito, seu peito se agita. Um odor inebriante invade o seu ser. O grito da vida, os sorrisos, as lágrimas. É Sofia que acaba de nascer.
Lindo poema !!! Tenho uma Sofia também e me emocionei ... Parabéns !
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