sábado, 1 de novembro de 2014

REFORMA?

Assim começou a Reforma: fim as indulgências, livre exame, rejeição às alegorias delirantes (sui ipsius interpres), busca pelos manuscritos escritos nas línguas originais (ad fontes), reforma diária e incessante (ecclesia reformata semper reformanda), etc. Então perceberam que o rebanho não precisaria mais de curral. Solução: elaborar confissões doutrinárias pétreas, manuais de interpretação bíblica para evitar “desvios”, novos dogmas infalíveis, etc.

E tudo voltou a ser como dantes no quartel de Abrantes.


Jones F. Mendonça