terça-feira, 9 de agosto de 2016

ENTRE A RAZÃO E A PAIXÃO

Toda a análise precisa estar assentada em elementos racionais. Sempre. Nenhum médico, nenhum engenheiro, nenhum contador faz análise sob o impulso das paixões. Assim também deve ser no âmbito das relações humanas. O olho investigativo ganha potência na frieza da razão. Mas a análise, por sua vez, conduz ao diagnóstico, que exige uma solução. No fim de tudo será preciso decidir. E toda a decisão, embora leve em conta a emoção, os afetos, precisa necessariamente considerar a análise racional. O pranto e o desespero têm lugar nos desastres, nunca na prevenção dos desastres.



Jones F. Mendonça