Ainda que na declaração de independência de Israel conste que "O Estado de Israel [...] vai defender a plena igualdade social e política de todos os cidadãos, sem distinção de raça, credo ou sexo", Anat Hofmann foi presa na semana passada por orar no Muro das lamentações. O protesto de Anat foi publicado no The Jewish Daily (22/10/2012):
Eles me arrastaram no chão por 15 metros; meus braços estão machucados. Eles me colocaram em uma cela sem cama, com três outros prisioneiros, incluindo uma prostituta e um ladrão de carros. Eles jogaram a comida através de uma pequena janela na porta. Eu deitei no chão coberta com meu talit.
O incidente mostra o poder que a comunidade judaica ortodoxa detém em Israel. Eu aplaudo, de pé, a atitude de Anat Horffman.
Jones F. Mendonça
Se o Judaísmo Ortodoxo tivesse força em Israel, não haveria destruição de sinagogas e de rolos da Torá em favor dos árabes pelo Estado israelense.
ResponderExcluirAnat é uma feminista, reformista e agitadora. Sua afronta foi devidamente punida.
Feminista, reformista e agitadora. Tudo o que Israel e os países árabes precisam. Bem, pelo menos para os que apoiam a democracia e a laicidade do Estado.
ResponderExcluirQuanto ao poder da comunidade ortodoxa, basta saber que o primeiro ministro Benjamin Natanyahu consultou Ovadia Yosef, atual líder sefardita do Shas, a respeito de um possível ataque às bases nucleares do Irã.
Apoio a atitude de Anat, pelo bem da democracia, das mulheres e do Estado de Israel como um todo.