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O aluno diz ter lido num livro que o álef
representa “o potencial não realizado” e “o som que existe antes do som”. Ouviu
dizer que a mudez da letra (o álef é uma consoante sem som) faz alusão ao
silêncio do ser humano diante da imensidão do universo. Por fim afirma ter
ouvido de um rabino que os pequenos sinais que aparecem no canto superior
direito e inferior esquerdo entre o traço diagonal que forma o álef
representam, respectivamente, as águas superiores (alegria por estar perto de
Deus) e inferiores (tristeza por estar longe de Deus). Enfim, pensou que a
consoante tivesse algum significado especial, profundo. Um código secreto,
talvez. Fica decepcionado.
Aconselho-lhe o tarô, a gematria, a kabalah, a adivinhação
em borra de café, tripas de ave, runas, bola de cristal, etc. São caminhos
diferentes que trabalham com o mesmo elemento: a imaginação criativa do
sujeito.
Jones F. Mendonça
E assim deve ser lida a Bíblia... através da imaginação.
ResponderExcluirPois é, com um recurso desses ler a Bíblia, o alcorão ou uma lista telefônica dá no mesmo. É a imaginação do leitor quem dirige a leitura.
ResponderExcluirKKK ! Boa essa ! nenhum idioma é criado duma hora pra outra e letras não são criadas por significado.
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