terça-feira, 3 de dezembro de 2013
QUANDO O SOL ABRAÇAR O SHEOL
segunda-feira, 25 de novembro de 2013
FUNDAMENTALISMO [PROVOCAÇÕES]
sexta-feira, 23 de agosto de 2013
A MÁSCARA DO PALHAÇO
quarta-feira, 31 de julho de 2013
CAMBULHADA DA FÉ
terça-feira, 2 de julho de 2013
PERPÉTUO DEVIR
quinta-feira, 30 de maio de 2013
O PALÁCIO ASSOMBRADO [ALLAN POE]
quinta-feira, 28 de junho de 2012
TUDO FLUI
Num dia é pó, noutro, coração que pulsa.
Num dia é ódio, repulsa, indiferença, noutro, paixão.
Num dia é rocha fria, noutro, lava fumegante.
Num dia é cinza, noutro, brasa viva.
Com bem disse Qohelet, a vida é um ciclo.
quinta-feira, 23 de junho de 2011
O AMOR E A DOR, A ORDEM E O CAOS
Onde nada é imune à tua passagem:
Notas:
terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
CONSELHO DE DRUMMOND PARA QUEM NÃO TEM NAMORADO
“...ponha a saia mais leve, aquela de chita, e passeie de mãos dadas com o ar. Enfeite-se com margaridas e ternuras e escove a alma com leves fricções de esperança. De alma escovada e coração estouvado, saia do quintal de si mesmo e descubra o próprio jardim.”
terça-feira, 8 de dezembro de 2009
UM BELO POEMA...
APOCALIPSE MÍNIMO
Bem-aventurado quem lê e ouve as palavras desta alegria
Porque o tempo está próximo.
Ouvi por detrás de mim uma pequena voz como de assovio,
e que dizia:
o que vês, e ouves, escreve-o em uma melodia e envia-o.
E eu vi um gafanhoto que dizia
que todas as coisas grandes serão substituídas
por todas as coisas pequenas:
O infinito pelo grão;
A eternidade, por um triz;
A piedade, pelas coisas;
A verdade, pelas palavras;
O amor, pela graça;
O pecado, pelo capricho;
A história, pela gesta;
A certeza, pelo sim
Eu sou o que é, o que era e o que há de vir: a letra e o
som, a colméia e a teia, a brecha e a raiz [1].
[1] JAFFE, Noemi. Todas as coisas pequenas. São Paulo: Hedra, 2005.
terça-feira, 24 de novembro de 2009
DEFININDO “TEOLOGIA”. POETICAMENTE...

Teologia é um jeito de falar sobre o corpo.
O corpo dos sacrificados.
São os corpos que pronunciam o nome sagrado:
Deus...
A teologia é um poema do corpo,
o corpo orando,
o corpo dizendo as suas esperanças,
falando sobre o seu medo de morrer,
sua ânsia de imortalidade,
apontando para utopias,
espadas transformadas em arados,
lanças fundidas em podadeiras...
Por meio dessa fala
os corpos se dão as mãos,
se fundem num abraço de amor,
e se sustentam para resistir e para caminhar[1].
Nota:
[1] ALVES, Rubem. Variações sobre a vida e a morte. São Paulo: Loyola, 2005, p. 12 e 13.