sexta-feira, 21 de agosto de 2009

A MISSÃO E O EVANGELHO

Por Alan P. Silva (colaborador do Blog).

Uma vez conhecido o alcance da salvação no que diz respeito ao homem, retomamos o texto de Mateus 28.19-20 para um aprofundamento no entendimento dessa ordem de Jesus. Primeiro vamos entender o que quer dizer missão e evangelho, depois uma breve interpretação do texto.


1.1 - MISSÃO

Segundo o Dicionário Aurélio[1], missão do lat. missione assume os seguintes significados:


1. Função ou poder que se confere a alguém para fazer algo; encargo, incumbência.

2. Função especial da qual um governo encarrega diplomata(s) ou agente(s) junto a outro país; comissão diplomática.

3. O conjunto das pessoas que receberam um encargo religioso, científico, etc.

4. Ofício, ministério.

5 .Obrigação, compromisso, dever a cumprir: missão de pai.

6. Prédica ou sermão doutrinal.

7. Estabelecimento, instituição ou instalação de missionários para pregação da fé cristã.


No comando de Jesus, o Ide assume o sentido de missão, e missão por delegação[2] – Seus discípulos, em seu nome, são conferidos ao encargo, a incumbência de expandir o evangelho.


1.2 - EVANGELHO

Já o termo Evangelho, conforme o Aurélio, vem do Gr. euangélion, 'boa nova', pelo lat. Evangeliu, que significa dentre outros, a Doutrina de Cristo.[3]


Evangelho, em geral, é a transcrição literal do original grego euangélion, que significa “boa nova” ou “alegre mensagem”. Compõe-se de eubem, bom, e de ánghelosmensageiro, anunciador, ou do verbo anghéllein - “anunciar”. Com o plural, “evangelhos”, se designam os quatro primeiros livros do NT.[4]


Em sentido mais amplo Evangelho, é a obra da evangelização (1 Cor 9), a mensagem pregada (Rom 1.3-9), toda a realidade cristã (Rom 1.16), a alegre notícia da salvação para todos os povos que crêem no Cristo.


No Novo Testamento temos duas expressões de evangelho: «o evangelho de Deus» (Rom 1.1; 2 Cor 11.7) e «o evangelho do Filho» (Mc 1.1); A primeira diz ao mesmo tempo, que Deus é seu autor e seu objeto - vem Dele e é para Ele; A segunda indica que Jesus foi o primeiro a pregá-lo e que ainda hoje atua no pregador que o proclama ou que ele constitui como comissionado.


O Evangelho do Filho é anúncio de salvação por parte do Jesus, que, cumprida sua missão, delega este ofício à Igreja. Jesus se apresenta como o mensageiro e próprio instituidor da alegre notícia messiânica. O faz aplicando e cumprindo em si as profecias de Isaías. Nas palavras de Stott [...] é a boa nova para os pecadores agonizantes, é a notícia de que Deus lhe promete vida em Jesus Cristo.[5]


O conteúdo essencial do Evangelho do Filho é:

1. A chegada do Reino de Deus em sua Pessoa: [...] pois eis que o Reino de Deus está no meio de vocês. (Mc. 17.21b);

2. Perdão de Pecados: [...] Eis o cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo. (João 1.29) ;

3. Salvar o homem de qualquer tipo de opressão (espiritual, do eu, com o próximo, com mundo) e do abandono eterno: [...] Mulher onde estão eles? Ninguém te condenou? ... Nem eu te condeno. Vai, e de agora em diante não peques mais. (João 8.10-11) e [...] Quem nele crê, não é julgado; quem não crê, já está julgado, porque não creu no Nome do Filho único de Deus. Assim como a vida eterna já é experimentada a opção do abandono de Deus também já pode ser vivida desde agora.

4. Ser ressuscitado e glorificado com Cristo no Céu: [...] Na casa de meu Pai há muitas moradas. Se não fosse assim não vos teria dito, pois vou preparar-vos lugar, e quando eu for e vos tiver preparado o lugar, virei novamente e vos levarei comigo, a fim de que, onde eu estiver, estejais vós também.


1.3 - COMPREENDENDO O TEXTO


Todo o Poder no céu e sobre a terra

v. 18 - Jesus fala no verso 18b, [...] todo poder foi me dado no céu e sobre a terra [...]. O verso trata do pleno e universal poder que compete ao Cristo glorificado. As palavras de Jesus, parecem fazer alusão ao cumprimento da visão de Daniel 7.14 quanto ao poder a ser exercido pelo Filho do Homem: [...] A ele foi outorgado o poder, a honra e o reino, e todos os povos, nações e línguas o serviam. Seu império é império eterno que jamais passará, e seu reino jamais será destruído.


Jesus foi o agente cumpridor da missão de salvar. Como homem (ser histórico), deteve o poder necessário do próprio Deus. O “Poder” indicado no texto vem do Gr. ξουσία, exousía, e é entendido como Autoridade, faculdade, direito, habilidade, concedida a Jesus no céu e na terra. Vale dizer que Ele é o mandatário de toda a autoridade sobre o universo criado, seja invisível (céu) ou visível (terra); As duas dimensões do universo. Como citou Knox [...] Foram-lhe dados o céu e a terra para que Ele fizesse com eles o que quisesse [...][6].


[...] no céu e sobre a terra [...] – O Céu constitui o símbolo mais primitivo da cultura humana, para expressar transcendência, a infinitude, aquilo que o homem não pode alcançar com as próprias forças[7]; Dois celebres simbologistas, a respeito de “céu”, descrevem:


Símbolo quase universal pelo qual se exprime a crença em um Ser divino celeste, criador do universo [...] O Céu é uma manifestação direta da transcendência, do poder, da perenidade, da sacralidade: aquilo que nenhum vivente é capaz de alcançar.[8]


Para o pensamento judaico e também cristão, o simples fato de encontrar-se em cima, equivale a ser poderoso. Em outras palavras, pode-se compreender que a Jesus é conferido poder no céu - poder sobre a fonte de poder, que vale dizer – É Senhor absoluto.


Por outro lado , a terra simboliza o lado natural, material e visível da existência. Na terra, através de todas suas ações, inclusive os sinais, mostrou também ter autoridade.


João descreve uma série de 7 sinais que provam que Jesus é o Filho de Deus que tem autoridade sobre a terra. Recordemos:


  1. O primeiro é o das Bodas de Caná (Jo 2.1ss); Este foi o primeiro dos “sinais” de Jesus;
  2. A cura do filho de um funcionário real (Jo 4.43ss);
  3. O terceiro “sinal” é a cura de um doente no tanque de Betesda (5.1ss);
  4. O quarto é a multiplicação dos pães (6.1ss);
  5. A cura de um cego de nascença (9.1ss);
  6. A ressurreição de Lázaro (11.1ss);
  7. A ressurreição de Cristo (20.1ss).

Um comentarista bíblico observa que a esfera de autoridade de Jesus parece crescer conforme avança o seu ministério, tudo para mostrar que Ele é o próprio Deus-homem:[9]


] Ele cura (em amplo sentido- sede, fome e morte) – tem poder sobre toda a carne - João 17.2: [...] pelo poder que lhe deste sobre toda a carne [...];


] Domina as forças da natureza - Mateus 8.26-27 [...] Disse-lhes ele: Por que tendes medo, homens fracos na fé? Depois pondo-se em pé, conjurou severamente os ventos e o mar. E houve grande bonança. Os homens ficaram espantados e diziam: Quem é este a quem até os ventos e o mar obedecem?


] Perdoa pecados – Mateus 9.2 [...] Ai trouxeram um paralítico deitado numa cama, vendo sua fé, disse ao paralítico: “Tem ânimo, meu filho; Os teus pecados te são perdoados [...] e;


] Age como juiz da vida humana - João 8.10 [...] Então, erguendo-se, Jesus lhe disse: Mulher, onde estão eles? Ninguém te condenou? Disse ela: Ninguém Senhor. Disse, então, Jesus: Nem eu te condeno. Vai, e de agora em diante não peques mais.


] Domina a morte – Lázaro - João 11.25: [...] Eu sou a ressurreição. Quem crê em mim, ainda que morra, viverá. E quem crê em mim jamais morrerá.


Então, esta declaração de Jesus citada por João - [...] todo o poder ... no céu e na terra [...], resume e evidencia sua auto-proclamação como Deus, porque no pensamento judaico, a plena autoridade sobre a obra criada só pertence ao criador, e em Gênesis 3.1 descreve, [...] No princípio criou Deus os céus e a terra.


E não é só! O “poder” a que o texto se refere não está restrito ao poder de Jesus em realizar sinais miraculosos, pois estes, apesar de elementos importantes e indispensáveis, como cita Karl Barth, [...] não passam de sinais de evento novo que se inicia, continua acontecendo e vai em direção ao alvo [...][10] , mas no “poder”, definido essencialmente como a autoridade de perdoar pecados e salvar, conferida e testemunhada por Jesus - o maior dos milagres, assim descrito por Barth:


A novidade essencial e decisiva vem a ser o novo homem (Jesus) que , conforme o testemunho bíblico, passou agir em meio a outros homens, vindo a ser seu senhor, seu servo e fiador, através daqueles feitos, anunciando a si mesmo, e com isso, a justiça e o juízo de Deus, e revelando sua glória. Novo é Ele mesmo, como sendo a grande luz da esperança, que já veio e que ainda há de vir – luz que reluziu provisoriamente através daquelas pequenas luzes (sinais): Nova é a reconciliação do mundo com Deus, anunciada no Antigo – e acontecida, conforme o Novo Testamento, naquele Unigênito – reconciliação que trouxe consigo o cumprimento, a consumação total da a Aliança entre Deus e os homens. Novo é o amor; nova é a graça soberana, a misericórdia insondável, pela qual Deus se compadeceu de Israel – daquele “lutador” (Jacó) revoltado contra Deus, como também se compadeceu de todo o gênero humano, rebelde e corrupto, dando execução a seu plano eterno [...] Nova é, conforme o testemunho bíblico, a história de Jesus Cristo, a consumar a história de Israel. Ele, o Salvador, está presente! Essencialmente e decisivamente é Ele que representa o milagre (o milagre dos milagres!) [...] Ele é o infinitamente admirável (milagre) que uma vez conhecido e testemunhado pelo homem, necessariamente faz dele um ser admirado, de uma vez para sempre, admirado em sua profundidade, em sua existência total.[11]


A palavra Gr. Terata – milagres, não aparece nenhuma vez no NT sem está acompanhada da palavra Gr. Sermeia – sinais. E, F.F. Bruce, no mesmo sentido escreve [...] Os milagres no NT não são meros milagres; são todos evidências de uma realidade subjacente [...] [12] o que mostra os milagres são como amostras de algo maior e melhor.


E Cristo deixa muito bem claro aos seus discípulos, a saber, que a prioridade é o milagre da salvação – Lucas 10.20: Contudo, não vos alegreis porque os espíritos se vos submetem; alegrai-vos, antes, porque vossos nomes estão inscritos nos céus.


Ide, portanto, e fazei que todas as nações se tornem discípulos...


v. 19 – Agora o evangelista faz um paralelismo entre o poder de Jesus e a missão que ele confere aos seus discípulos. O Ide, portanto..., corresponde a comissão de Cristo aos seus discípulos à expansão da alegre notícia, do novo que se inicia. Para isto, os discípulos são investidos da autoridade de Jesus Cristo, que em sua maior extensão deve equiparar-se àquela descrita por Barth.


A frase ...todas as nações - Gr. παντα τα εθνη - pás to ethnos[13] [14], mostra que a missão não conhece limite de espaço (todos os povos, tribo, gente) é de alcance pleno, nem limite de tempo, quando ligada à conclusão do texto [...] até a consumação dos séculos.


E a missão é, salvar, tornando toda gente discípulos de Cristo. Discípulos do Gr. Μαθητεύω - mathēteuō ou mathestes) literalmente quer dizer “aprendiz”[15]. A raiz math, indica um pensamento acompanhado de esforço, por conseguinte denota “aquele que segue os ensinamento de alguém”. Discípulo era compreendido não só como um aluno, mas um partidário, um imitador das idéias de um mestre,[16] um constante seguidor e imitador.


...Batizando-as em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo...


v. 19b - Batismo – Gr. βαπτίζω, baptizō, significa submergir. Seu processo consiste na imersão, submersão e emersão.[17] Imersão em água aqui, é o símbolo de purificação e de renovação.[18] No cristianismo o batismo é tratado como testemunho público da identificação do novo crente com Cristo (o Quérigma[19]) em sua morte, sepultamento e ressurreição;


O batismo ensinado por Jesus difere do batismo de João Batista. O de João era o batismo do arrependimento dos pecados, uma mudança de comportamento externo[20] (Mc 1.4), não incluindo o plano de salvação de Jesus. O de Jesus vai muito além. Como explica Tasker [...] Era essencialmente um novo sacramento, pelo qual homens e mulheres haveriam de submeter-se à influência do Trino Deus para serem usados em seu serviço [...][21] e acrescento, simboliza o arrependimento dos pecados e a confirmação da fé no Cristo.


Como ensina Gardner, Jesus considera o arrependimento inaceitável a não ser que signifique, mudança radical de mente e vontade que proporciona uma transformação íntima.[22]


Lembro neste ponto, que a única condição para o batismo cristão é crer na Boa Notícia do Reino de Deus (Atos 8.12) – Que Jesus Cristo é o filho de Deus que tira os pecados do mundo. Crer implica em entender a Palavra de Deus e tomar uma decisão consciente de apresentar-se para fazer Sua vontade revelada. O crer para Jesus implica necessariamente três importantes movimentos – Arrependimento, (plena confiança em Deus) e Obediência[23] porque [...] aquele que diz que permanece nele deve também andar como ele andou. (I João 2.6).


A expressão [...] em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo [...][24], segundo Vine, [...] indica que a pessoa batizada ficou estreitamente relacionada ou o tornou-se propriedade daquele em cujo nome ela foi batizada.[25] O batismo sob a convocação da trindade, realça o testemunho do encontro místico do novo discípulo com Deus em toda sua dimensão, o que confirma a oração sacerdotal de Jesus em João 17.11b [...] Pai santo, guarda em teu nome aqueles que me deste, para que sejam um, assim como nós. Com isto o batismo torna-se a confirmação pública da adesão à fé e ao discipulado cristão, em seu mais sublime sentido.


E ensinando-as a observar tudo quanto vos ordenei.


v. 20 – A adesão de fé em Jesus Cristo está relacionada à observação teórica e prática dos preceitos evangélicos. O Ensinar – Gr. διδάσκω, didásko, é a instrução continua e permanente dos exatos caminhos de Jesus.


Jesus é conhecido como um Rabino – Mestre; Em Mc 6.1-2, acompanhado de seus discípulos vai a sua cidade – Nazaré, e ensina na sinagoga. Sua sabedoria fascina a audiência e a realidade de seu amor e suas poderosas obras são reconhecidas por todos.


No texto, o comando de Jesus pretende pela continuidade desse testemunho, de seus ensinamentos. O discípulo, como imitador do seu mestre deve, dentre outras coisas, ensinar como ele ensinou, respeitando seus aprendizes, esclarecendo-os do caminho e da realidade cristã. O comissionado tem o dever de instruir seus receptores da verdade. E a instrução verdadeira é aquela delimitada pela mensagem anunciada e vivida por Jesus Cristo.


Como afirmou Barth, [...] é no meio chamado Igreja que a pregação tem lugar. Ela está ligada a existência e a missão da Igreja. É precisamente por esta razão que ela deve ser conforme a Revelação. É preciso lembrar que esta se situa no quadro do Antigo e do Novo Testamento.[26]


E Barth conclui:


[...] A Igreja não representa a humanidade em geral na sua relação com Deus, ela é a humanidade reunida por obra da revelação. E por isso que ela está fundada sobre a Escritura. Se a Igreja é constituída pelo testemunho dos apóstolos, intermediários da Revelação, qual é neste contexto a pregação? – Ela tem unicamente que explicar este testemunho.[27]


Estou convosco [...] Para isso Jesus dá a garantia de sua ininterrupta assistência aos discípulos, e por conseguinte à Igreja. Esta finalização retoma o tema Emanuel - Deus conosco, e remonta ao princípio Deuteronomista da divina shekináh – a presença de Javé no meio de seu povo (Dt 4.7). Com esta maravilhosa afirmação, Jesus, tal qual Javé no AT, apresenta-se como princípio vital e centro de propulsão da feliz notícia na comunidade cristã.


[...] até a consumação dos séculos; Consumação – Gr. συντέλεια, sunteleia, fim; Séculos – Gr. αἰών, aiōn, era[28]. Jesus garante aos seus seguidores que, o que quer que o futuro lhes reserve, estará com eles através do Espírito Santo que enviará da parte do Pai, sempre, até o fim do mundo. Determina, então, à expansão da feliz notícia, por todas as nações existentes, a toda gente, em todos os tempos, até a finalização da história, quando começará um novo tempo, inaugurado pelo retorno do Senhor Jesus, que João, em Apocalipse 21.1ª, vai denominar de [...] um novo céu e uma nova terra.



Bibliografia Utilizada:

BARTH, Karl. Introdução à Teologia Bíblica. Rio Grande do Sul: Sinodal, 1981, 125 p.

BARTH, Karl. A Proclamação do Evangelho. São Paulo: Centro Acadêmico Eduardo Pereira, 1963.

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BÍBLIA DE JERUSALÉM: nova edição, revista e ampliada. São Paulo. Paulus, 2003.

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CHEVALIER, Jean; GHEERBRANT, Alain. Dicionário dos Símbolos. Rio de Janeiro: José Olympio Editora., 2009, 996 p.

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CUNHA, Antônio Geraldo da. Dicionário Etimológico Nova Fronteira da Língua Portuguesa. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1986, 829 p.

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GARDNER, E. Clinton. Fé Bíblica e Ética Social. Rio de Janeiro: ASTE/JUERP, 1982. 445 p.

Yancey, Philip. O Jesus Que Eu Nunca Conheci. Vida Nova, 2002.

Comissão de Lausanne para a Evangelização Mundial. Evangelho e Cultura. ABU, 1983.

SARGANT, William. A Conquista da Mente. Fisiologia da Conversão e da Lavagem Cerebral. São Paulo: IBRASA, 1968, 246 p.

STOTT, John R.W.Tu Porém: A Mensagem de 2 Timóteo. São Paulo: ABU, 1982, 123 p.

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TASKER, R.V.G. Mateus. Introdução e Comentário. São Paulo: Vida Nova, 1980, 229 p.



Notas:
[1] FERREIRA, Aurélio Buarque de Holanda. Novo Dicionário Eletrônico Aurélio versão 5.0. 2004.

[2] Aurélio: Delegação – delegação [Do lat. delegatione.] 2.Comissão que dá a alguém o direito de agir em nome de outrem, quer em caráter particular, quer como representante (3); mandato.

[3] FERREIRA, Op. Cit.

[4] E-SWORD. the sword of the lord with an eletronic edge. 2007. Software de Ferramentas e Comentários Bíblicos.

[5] STOTT, John R.W.Tu Porém: A Mensagem de 2 Timóteo. São Paulo: ABU, 1982, p. 15.

[6] KNOX, Apud TASKER, R.V.G. In, Mateus. Introdução e Comentário. São Paulo: Vida Nova, 1980, p. 217.

[7] BOFF, Leonardo. Pai Nosso: Oração Libertadora. Petrópolis: Vozes.

[8] CHEVALIER, Jean; GHEERBRANT, Alain. Dicionário dos Símbolos. Rio de Janeiro: José Olympio Editora., 2009, p. 227.

[9] H.B.SWETE. Apud. TASKER, R.V.G. In, Mateus. Introdução e Comentário. São Paulo: Vida Nova, 1980, p. 217.

[10] BARTH, Karl. Introdução à Teologia Bíblica. Rio Grande do Sul: Sinodal, 1981, p. 40.

[11] Barth, Op. cit p. 40-41.

[12] BRUCE, F.F. João: Introdução e Comentário. São Paulo: Vida Nova, 1987, p. 72.

[13] E-SWORD. the sword of the lord with an eletronic edge. 2007. Software de Ferramentas e Comentários Bíblicos.

[14] VINE, W. E.; UNGER, Merril F.; JR, William White. Dicionário Vine. Rio de Janeiro: CPAD, 2006. p 569.

[15] E-SWORD. Op. cit.

[16] VINE. Op. cit. p 569.

[17] Ibidem, Op. cit. p. 430.

[18] CHEVALIER, Jean; GHEERBRANT, Alain. Op. Cit. p. 126

[19] Querigma é a revelação da Verdade de Cristo.

[20] GARDNER, E. Clinton. Fé Bíblica e Ética Social. Rio de Janeiro: ASTE/JUERP, 1982. p. 74.

[21] TASKER, R.V.G. In, Mateus. Introdução e Comentário. São Paulo: Vida Nova, 1980, p. 219.

[22] GARDNER, Op. cit. p. 75.

[23] Ibidem p. 76

[24] Alguns afirmam que estas palavras não são expressões literais de Jesus, mas do Evangelista ou um acréscimo litúrgico posterior, uma vez que nesse tempo não havia se fixado a doutrina da trindade. Mas é uma discussão bastante acadêmica que não vem ao caso neste momento.

[25] Ibidem, p. 430.

[26] BARTH, Karl. A Proclamação do Evangelho. São Paulo: Centro Acadêmico Eduardo Pereira, 1963, p. 10.

[27] BARTH. Op. cit. p. 14.

[28] E-SWORD. Op. Cit.